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O que podemos esperar da vida de casada?

Enfim, você está casada! Não importa há quanto tempo. As expectativas foram altas antes do casamento. E agora? A realidade confirma a expectativa?

Você já ouviu o dizer: “No expectation, no frustration” (tradução: sem expectativa, sem frustração). Esse sentimento de expectativa de como seria a nossa vida de casadas é comum. Vamos embarcar juntas nesse desafio de falar sobre o que esperamos da vida de casada e qual é a realidade.

Muitos especialistas dizem que um em cada quatro casais se diz insatisfeito com o casamento. Antes que a insatisfação vire divórcio, vale perguntar: o que você espera da sua vida conjugal? O que você está vivendo hoje é diferente do que esperava?

Uma amiga disse me que ela tem uma colega que afirma que todo casamento é como “um submarino, que vai em algum momento a superfície, mas foi feito para afundar. ”

É fato que se fala mal do casamento quase sempre. São tantas as piadas… Porém, no Brasil, o número de casamentos é ainda maior que o de divórcio. Assim como eu, acredito que tenha muitos casais que adoram estar casados, e desejo aqui abordar além da expectativa, mas a realidade do matrimônio.

Vida de casada, esse é o tema de hoje. Espero que você curta sobre os cinco tópicos que irei abordar:

  • O que esperamos dos nossos maridos?
  • O que nossos maridos esperam de nós?
  • O que mudou depois do casamento?
  • Vida de casados.
  • Por que vale a pena?
Vida de casada - Ethel Peternelli

Vida de casada: O que esperamos dos nossos maridos?

Bem, eu posso dizer que casei com quem eu queria e amava e, claro, continuo amando. Hoje são 24 anos de casada, e o dia a dia ao longo desses anos tem mostrado quem eu sou e quem ele é. É claro que algumas expectativas foram atendidas e outras não. Mesmo com esse tempo de casada eu ainda espero dele, todo dia:

Que seja carinhoso: Espero que ele demonstre amor, interesse e afeto. Que esse carinho possa ser demonstrado por gestos como fazer questão de andarmos de mãos dadas, saudar com uma bicota, acariciar-me constantemente.

Que ajude na divisão de tarefas domésticas: Que ele possa sentar comigo e conversamos sobre a divisão de tarefas da casa.

Que eu possa ser a pessoa com que ele compartilha a sua vida: Não desejo saber da vida dele por terceiros. Espero que eu possa ser a pessoa com quem ele possa confidenciar a sua vida.

Que tenha comportamento de casado: Espero que ele tenha comigo o compromisso que selamos de ter como marido e mulher.

Que me dê Liberdade: A liberdade é uma conquista no casamento, espero que tanto ele quanto eu saibamos confiar e respeitar a individualidade de cada um.

Que saiba ceder: Espero que ele possa ceder, assim como eu irei ceder quando for necessário.

Que me faça parte da vida dele: Espero e desejo participar das decisões, de planos e poder dar opinião. Não quero ser a última a saber e nem ser surpreendida com algo que ele tenha tomado a decisão sozinho.

Que seja pai: Espero que ele seja sempre o melhor pai para meus filhos, não o ideal, mas o suficiente para ajudar na formação do caráter deles.

O que nossos maridos esperam de nós?

É preciso certificar-se com eles, mas, baseada na pesquisa que fiz, listo agora o que descobri. De maneira geral, seu marido espera, diariamente, por:

Respeito: Ele quer muito o respeito de sentir-se provedor do relacionamento. Ele deseja que você ouça a opinião dele e converse quando for tomar alguma decisão. Ele deseja que você o aceite como ele é, que não tentará muda-lo ou critica-lo diante de outras pessoas.

Admiração: Ele espera a sua admiração quanto ao que ele faz profissionalmente e/ou como protetor da casa. Elogie sinceramente as qualidades do seu marido.

Confiança: Ele espera muito que você confie nele sem colocar dúvidas no que ele fala e faz. Ele espera por verdade e sinceridade da sua parte, nada de mentiras.

Prioridade: Eles gostam de sentir-se o número um da sua vida. Ele, sinceramente, espera ser importante e necessário na sua vida. Ele deseja ser prioridade, que você se preocupe e cuide dele.

Feminilidade: Ele deseja ter ao lado uma mulher e não alguém que vai competir com ele. Ele deseja uma mulher que se cuida, pois o visual é algo importante para o homem.

Individualidade: O seu marido espera poder ficar na dele de vez em quando, quieto, com direito a não falar nada quando não quiser. Ficar na frente da TV, mudando os canais aleatoriamente, e dizer que não está fazendo ou pensando em nada. Ele espera que você compreenda isso.

Sexo: Esse item não poderia faltar. Essa é uma grande expectativa do seu marido, por isso como anda a sua vida sexual?

Vida de casada: O que muda depois do casamento? 

Você que está casada vai poder me compreender. E se você está prestes a se casar talvez se interesse pelo que vou abordar aqui. Afinal, o tema de hoje é vida de casada, sua expectativa e a realidade.

Enfim, a vida mudou? Sim, claro que mudou. Agora, além de eu ter a minha individualidade compartilhada, eu tenho que respeitar a individualidade dele. Agora existe algo importante, o “nós”. Algumas mudanças foram simples, enquanto que outras foram bem significativas. Afinal, esperar que nada iria mudar é ter infantilidade, pois nada é fixo. Todos nós estamos em um processo constante de transformação e evolução.

Uma coisa é certa, a vida de casada é bem diferente da vida de solteira!

Você concorda comigo que tanto a vida de solteira, quanto a vida de casada tem suas responsabilidades? E esse valor, vamos conquistando com o tempo, à maneira que vamos amadurecendo e sendo exigidos no nosso meio.

A responsabilidade a dois vai, sem dúvida, exigir de você, priorizar o valor do companheirismo, respeito, compreensão e comprometimento. Afinal, agora você precisa lidar com as mudanças que vem com o casamento.

E que mudanças são essas?

Casada, eu sou, também,“nós”: Mesmo que eu tenha a minha individualidade, e ele a dele, agora somos “nós”, que compartilhamos de uma vida juntos. Foi nossa escolha! Fizemos votos de construir uma vida possível juntos.

Temos “nossa” casa, na maioria absoluta das vezes: Sendo esta a nossa casa, o que se tem de tarefa para manter essa casa funcionando é dos dois, como por exemplo, lavar a louça, limpar a casa, passar roupa, realizar compras diversas, cuidado com as crianças etc. Essa consciência e comprometimento precisa ser definida entre o casal. É preciso que as responsabilidades das tarefas domésticas sejam divididas entre o casal, para que ambos se ajudem e não pese para um lado só.

Se brigar vai ter que ficar junto: Não sei se aconteceu com você, mas enquanto no status de namorados é comum o casal brigar, um ou outro ficar chateado e, assim, cada um vai para a sua casa, tetos diferentes… Mas, enquanto casados é diferente! Você não vai para lugar algum além da sua casa. Você vai ter que encarar esse momento! Afinal, agora vocês dividem o mesmo teto. E tudo bem que seja só um contratempo, uma discussão, uma briguinha. Entretanto, o que não pode é não resolver e não fazer as pazes antes de dormir.

Agora temos contas a dividir: Sabia que especialistas afirmam que muitas das brigas dos casais é por causa de dinheiro? Essa é uma mudança que merece muita atenção. Está lembrada que você e ele agora formam um “nós”? Aqui é preciso um controle das finanças e conversa com muito respeito. Afinal de contas o futuro financeiro do casal depende de ambos.

O casamento tem “pacotes”: O que antes parecia simples, depois de casado pode começar a ser um problema. É o pacote “família” que vem com o casamento: sogra, sogro, cunhado (a), sobrinhos (as)… É preciso muito respeito e limite no acordo de como lidar com os familiares do cônjuge. A casa é de vocês, não é a casa dele ou dela, mas do casal.

Saber dividir espaço: Agora vocês estão sob o mesmo teto. Terão que dividir cama, banheiro, etc. Será preciso lidar com hábitos dele que você irá conhecer, de fato, somente após estarem casados, vivendo sob o mesmo teto. Você e ele irão experimentar que são seres diferentes, com educação diferente e que precisam compreender que mesmo com todas essas diferenças será possível uma boa convivência a dois. Afinal, vocês optaram pelo casamento.

Intimidade nua e crua: Enquanto namorados tudo é “limpo” e “cheiroso”. Após um tempo de casados, vocês irão começar a ver mudanças quanto a intimidade. Ele e você são humanos e têm suas necessidades e seus momentos de higiene, uso do toilet, etc. Os hábitos de cada um de tomar banho, escovar os dentes ou usar o vaso sanitário será uma adaptação a ser compartilhada, com respeito e bom senso.

Vida de casados

Meu marido costuma brincar dizendo que “a vida de casado tem muitas vantagens, não me recordo de nenhuma no momento, mas quando lembrar irei compartilhar”. Sempre um lindo piadista esse meu marido!

A vida de casados é um desafio para o casal, têm vários pontos positivos, como parceria, companheirismo, confiança, construção familiar, amadurecimento e responsabilidade. Acredito na importância de não deixar o sentimento e o respeito morrerem, tampouco permitir que o relacionamento caia no tédio, monotonia e desrespeito.

O casamento foi uma escolha do casal e vai caber a vocês olharem para o que esse compromisso tem de bom. Vocês serão os responsáveis em construir o casamento possível e até que o amor dure.

Você tem uma vida de relacionamento íntimo com quem você se casou, e passam, agora, a formarem um casal e estarem juntos. Você deixa de ser “EU” para ser “nós”!

Na vida de casado é preciso ter admiração mutua, sentirem-se seguros, fortes e, principalmente, livres. É preciso que ambos experimentem o amor incondicional.

Não há para mim um conceito fixo a respeito da vida de casados, mas sim uma transformação respeitosa de duas pessoas que se admiram e desejam estar juntas, constituindo uma família. No meu caso uma família com dois filhos. Ter filhos também será uma escolha na vida de casados.

Que a sua vida de casada dê um ao outro a liberdade conquistada pela confiança.

Vida de casada: E por que vale a pena?

Com certeza passo por muitos desafios por ter escolhido estar casada. Porém foi uma deliciosa escolha poder compartilha da minha vida com outro ser humano sensacional. Estando casada com ele aprendi e ensinei. Ele, com certeza, tem me tornado uma pessoa mais paciente e tolerante.

E por que valeu a pena?

Primeiro, por que foi uma escolha. E não fui forçada a nada. Sei da minha responsabilidade de construir junto dele o casamento possível que desejamos ter juntos.

Segundo, faz todo sentido manter esse casamento pela renovação constante dos votos que fizemos.

Terceiro, vale toda a pena pois, em nenhum momento, desejamos mudar um ao outro. Entendemos que as nossas diferenças fazem desse casamento o grande tesão para não entramos em monotonia.

Quarto, vale a apena, apesar do nosso casamento estar longe de ser o ideal. Meu marido e eu somos suficientemente importantes um para outro. Assim, desejamos arriscar e resolver, dia a dia, os desafios de nos comprometermos a viver juntos “até que a morte nos separe”.

A meu ver, uma opinião totalmente minha, é a intensidade dos meus sentimentos e a elevação das expectativas que me fizeram querer casar com ele.

Compreendo que nós dois queremos celebrar o amor e assumir um compromisso que nos ajude a olhar para a nossa relação como uma vida de companheirismo. Os meus 24 anos de casada me mostram que é muito mais provável que este companheirismo continue a manter o nosso desejo de estarmos juntos, apesar dos problemas, de nossas diferenças e da monotonia de alguns momentos.

E se você me perguntar “o que aconteceu com as expectativas que não foram atendidas? ”. Eu respondo que tanto eu, quanto ele, buscamos redefinir nossas expectativas, com conversas abertas sobre as necessidades afetivas de cada um, aquilo que é ou não da nossa realidade, aquilo que um pode esperar do outro em cada momento. Compreendemos que a nossa relação é um processo em evolução, e que nada é fixo ou permanente, nada é para sempre.

Nos incentivamos a ter outros laços afetivos, seja individualmente ou como casal. Buscamos por amigos e familiares que nos ajudam a sentimos amparados e otimistas. A convivência com outros casais que compartilham da mesma ideia de casamento, que nos queiram bem e com quem possamos conversar, divertir e relaxar, mantém a expectativa saudável do nosso casamento.

É preciso sermos capazes de inovar. Seja na convivência diária, na intimidade, na sexualidade, no sexo etc. Buscamos viver experiências novas a dois. Arriscar, manter uma certa curiosidade e descobrir coisas novas. Pode ser uma viagem, uma aula de dança ou outra coisa qualquer que nos ajude a continuar a incluir vivacidade e, por que não, apimentar a relação. Vale tudo, desde que com respeito e permissão.

Fez sentido?

Então que tal exercitar seus votos? Pode ser para você casada ou para você que vai casar.

Juntamente com o seu marido ou noivo vocês irão pegar uma folha A4 em branco.  No topo da folha escreva ESTAMOS CASADOS…. E dívida a folha ao meio. Deixar duas colunas: na primeira escreva APESAR DE….; Na segunda POR CAUSA DE…

Veja o exemplo:

ESTAMOS CASADOS…
APESAR DE…. POR CAUSA DE…

Preencham o máximo de linhas que puderem em cada coluna.

Visualizem bem o que vocês dois escreveram juntos! Feito isso avaliem:

  • A coluna do APESAR DE ficou maior ou menor que a coluna POR CAUSA DE?
  • Cuidado se APESAR DE ficou maior
  • Nossas razões devem ser sempre maiores que nossos “apesares”.
  • Reinvente o casamento de vocês, caso vocês tenham uma lista de poucas razões
  • “Por causa de” tem que ser maior que os nossos “apesares”.

Fez sentido?

Ciúmes – Saudável ou Patológico?

Ame de maneira incondicional! Não espere nada, apenas ame! O amor deve ser livre para que possamos ter um casamento possível de se viver.

Eu fui perguntada, recentemente, se eu tenho ciúmes do meu marido. Eu fiz até uma enquete no meu Instagram e o resultado foi de 72% sim, eu tenho ciúmes, e 28% não, eu não tenho ciúmes do meu marido.

E aí? Você acredita neste resultado? E você? Tem ciúmes do seu parceiro?

Sim, eu tenho ciúmes do meu marido e o controle dessa emoção é importante. Além disso compreender os gatilhos que deflagram essa emoção é um aspecto relevante.

E qual tipo de ciúmes eu tenho dele? De uma autoavaliação posso afirmar que é um ciúme 100% sinalizador, cuidadoso, equilibrado, com razoabilidade. E o que eu faço com essa emoção, quando ela surge é um ponto importante a ser discutido.

Concordo que a prática deste controle muitas vezes está distante da teoria. É que cada relacionamento que se constrói, às vezes nos liberta e às vezes também nos prende. Se o ciúme estiver fora do limite, do seu controle, essa emoção prende e frustra nossa possibilidade de ter esperança, nosso desejo de construir um futuro e de ter confiança em nós mesmos e no parceiro.

Ciúme possessivo

Um Relacionamento com ciúme possessivo destrói, aos poucos, quem você é. Não é à toa que muitas mulheres terminam casamentos ciumentos e ficam com o pensamento: “Nunca mais quero me casar com homem ciumento! ”. Isso acontece ou já aconteceu com você?

Fique comigo, pois neste artigo desejo compartilhar com você:

ciumes

O que é o ciúme?

Sem culpa, crítica ou julgamento, falar de ciúmes acaba remetendo a nós mesmos compreender o que seja essa emoção.

O ciúme é um estado emocional que pertence ao ser humano, que pode surgir pela falta de exclusividade de sentimento, de dedicação e de cuidado por parte da pessoa de quem se gosta.

O ciúme também pode aparecer como uma reação da pessoa a uma ameaça, perceptível ou não,a algo que este acredita possuir, como uma relação valiosa ou que tenha apreço e teme perder. O ciúme se manifesta na possível falta de confiança no sentimento do outro, ou na própria baixa autoestima e se transforma em medo de perder o companheiro.

No casamento é comum a manifestação do ciúme entre os cônjuges, principalmente quando um dos parceiros percebe que o seu companheiro esteja “deixando-o(a) de lado” para dar uma maior atenção à outras pessoas, ou situações.

Preste bem atenção, a auto-observação e a observação de como é a sua relação com seu marido, é uma prática importante para identificar os sinais do ciúme e em que grau ele se encontra em seu casamento. Veja se o seu ciúme traz resultados positivos ou negativos ao seu casamento.

Quando se alcança o sentido de cuidado ou zelo por alguém, pode ser um sentimento benéfico. Por outro lado, quando o ciúme está associado, por exemplo, a egoísmo, ao desejo de que a pessoa amada não se relacione amigavelmente com outras pessoas, controle excessivo, ou suspeita constante de infidelidade, o ciúme pode se transformarem paranoia, ou numa patologia, e requer cuidados ou tratamentos médicos e ou psicológicos.

Por que sentimos ciúmes?

Todos nós desejamos ser amados, reconhecidos e fazer parte da vida de alguém. Ao longo da nossa formação, se em algum momento experimentamos situações negativas às nossas necessidades, podemos desenvolver diversas emoções, entre elas o ciúme.

Existem muitas razões pelas quais sentimos ciúmes. É muito importante que, para compreender e controlar esse sentimento, entendamos quais são as suas origens e raízes que o desencadeiam. Algumas das principais razões de sentirmos ciúmes são:

Ausência de amor próprio

A ausência de amor próprio tende a fazer com que você coloque todas as suas expectativas no amor do seu parceiro. O problema dessa situação é que ele não irá conseguir suprir a ausência do seu amor próprio e, portanto, você corre o risco de ter dificuldade em sentir-se completa, mesmo controlando a vida do seu parceiro.

Confira nosso artigo: Amor próprio: Saia da baixa autoestima

Insegurança

Esta insegurança está relacionada à sua falta de não dar valor a suas competências. Quando você se considera uma mulher insegura e que não confia em suas habilidades e capacidades, isso poderá lhe fazer desenvolver o ciúme pelo seu parceiro.

Nesse caso, você poderá acreditar que os outros serão sempre superiores a você, que merecem ser mais amados, que realizam melhor determinada atividade, ou que obtêm melhores resultados do que você. Dessa maneira, você se sentirá ameaçada diante de qualquer pessoa ou situação e, mesmo que estas não apresentem riscos, poderão gerar a falta de segurança em seu relacionamento e desenvolver o ciúme.

Necessidade em se autoafirmar

Observe se este é o seu caso. Sendo você uma mulher ciumenta, você tem medo de não ser suficiente para o seu marido e acredita que a qualquer momento poderá ser abandonada? Com isso, você desenvolve a necessidade de se autoafirmar por meio do controle total sobre o seu parceiro? A confiança é um pilar necessário, que solidifica o relacionamento, enquanto o controle excessivo desgasta o casal.

Causa de infância

Aqui vai uma super sacada quanto à necessidade de se ter consciência de onde você veio e como foi criada. Pode ser que diferentes situações vividas na sua infância possam ter te influenciado a se tornar uma pessoa ciumenta. Busque em sua memória: você foi a filha mais velha que precisou dividir a atenção da sua mãe com o irmão que acabou de nascer? Ou foi a filha que se sentiu traída quando o pai traiu a mãe? Ou você presenciou cenas fortes de ciúmes do seu pai ou da sua mãe?

Caso tenha presenciado ou convivido com pais ciumentos, você poderá reproduzir este comportamento quando se relacionar com alguém. Alguns especialistas no assunto afirmam que pessoas que foram abandonadas e/ou rejeitadas na infância também tendem a se tornar adultos ciumentos, pois carregaram a crença de que podem ser abandonadas ou rejeitadas a qualquer momento.

O importante aqui é você ter um olhar consciente e de perdão para sua história de vida e descobrir o que existe por trás deste seu comportamento ciumento. Sugiro, fortemente que, ao se redescobrir quanto ao seu passado, ressignifique essas memórias que trazem dor e que moldam a sua vida hoje.

Você pode ter vivido todas estas situações em um passado remoto, mas hoje não vive mais! Pense que agora está tendo uma oportunidade de construir o casamento que deseja ter, e livre do ciúme. O poder de mudança é todo seu!Se necessário busque por ajuda!

Causas do ciúme

Como já mencionado acima, as causas que geram ciúme podem ser variadas de acordo com as pessoas e as relações, mas a sua base é sempre uma questão de insegurança, falta de autoconfiança e baixa autoestima.

A insegurança, falta de autoconfiança e baixa autoestima, podem ter origens anteriores, por exemplo, oriundos de outros relacionamentos amorosos que você teve,ou, como já comentado anteriormente, ser provenientes das suas lembranças da infância, de uma relação ciumenta entre seus pais. Se este for o seu caso, poderá replicar para o seu parceiro ou amigos a sua necessidade de afeto e carência que vem desde a sua “casa de infância”.

Por fim, outra causa comum que costuma gerar ciúmes é ter vivido alguma experiência de humilhação, ou trauma, que acaba afetando a sua autoestima e te conduz ao ciúme extremo.

Tipos de ciúmes

A emoção do ciúme, como dito aqui, é normal, inerente ao ser humano. Ela pode ter um lado nocivo, negativo, ou pode ter o lado positivo como já comentado. O ciúme é uma escolha que cabe somente a você. Que tal entender o seu ciúme?

Listarei aqui alguns tipos de ciúmes que encontrei na literatura especializada. Gostaria que você marcasse aqueles com os quais você mais se identifica:

Ciúme cuidadoso/sinalizador

Esse é do tipo dito positivo, se ocorrer com equilíbrio, é claro! Sim, o ciúme pode ser uma emoção que nos ensina a controlar os nossos sentimentos pelo nosso parceiro. Avalie se você tem o hábito de cuidar do seu parceiro, e automaticamente sentir a necessidade de proteger essa pessoa. E sente ciúme se ele é desprezado ou maltratado.

Ciúme egoísta

Esse é do tipo negativo. Este ocorre quando a sua relação com seu parceiro não respeita a individualidade do outro. Este ocorre quando qualquer coisa só tem valor quando você tem suas expectativas atendidas, ou seja, quando tudo é seu, no seu tempo e à sua maneira. O “eu” se torna destaque e o “nós” fica sempre em segundo plano.

Ciúme dramático

Neste tipo de ciúme, também negativo, você tem comportamentos dramáticos e infantilizados para agredir o seu parceiro.

Ciúme paranoico

Você pode se enquadrar nessa categoria quando fica sempre desconfiada de qualquer comportamento ou postura do seu marido. O seu instinto de defesa está sempre em alerta, pois tem certeza que seu parceiro será seduzido e “roubado” a qualquer momento. Passa pela sua cabeça contratar um detetive e, se não, você mesma faz o papel de investigadora, sem perder qualquer oportunidade de conferir o celular, bolsos e o computador do parceiro.

Ciúme patológico

Preste bem atenção! Nesse caso, normalmente você entende que cada gesto, palavra e atitude do seu parceiro são provas evidentes de infidelidade. Seus sentimentos predominantes são de insegurança e sofrimento, pois você tem a mais absoluta certeza de que, se ainda não foi traída, o será, sendo isso apenas uma questão de tempo.

E aí? Você acredita ter pelo menos um desses tipos de ciúmes? Você marcou mais de um tipo? Compartilhe sua resposta comigo, já estou curiosa. Onde compartilhar a sua resposta?

Pode ser nos comentários no final deste conteúdo ou pode ser nas minhas redes sociais:

Consequências do ciúme

Eu sempre digo que somos seres dotados de muitas emoções. Acredito que não conseguimos controlar o surgimento das emoções, uma vez que são provocadas por gatilhos internos e/ou externos, mas temos todo o potencial para buscar saber o que fazer com elas.

Eu adoro essa frase de Jean Paul Sartre: “Não importa o que a vida fez de você, mas o que você faz com o que a vida fez de você”, pois faz referência ao esforço que devemos empregar para buscar aquilo que queremos, sem esperar pelo destino ou sorte.

Você tem o marido e o casamento que merece! Eu sei que é difícil ler isso, mas é verdade. Eu sempre digo: “busque ser causa e não consequência no seu casamento”. Isso significa que você deve ser a causa de mudança, de melhoramentos no seu relacionamento e não ficar sofrendo pelas consequências do que acontece de ruim, tome as rédeas da sua vida e não deixe seu casamento seguir à deriva.

Se o ciúme é uma emoção que você não sabe controlar, você irá permanecer sofrendo e vivendo as consequências dessa emoção. Veja aqui alguns exemplos:

Agressividade

Você pode se tornar uma pessoa com atitudes irracionais no momento em que se deixar levar pelo ciúme e a consequente agressividade. A sua baixa autoestima pode conduzi-la a ter pensamentos negativos, como acreditar que seu parceiro está se comportando de forma inadequada perante você, ou terceiros.

Isto fará com que você se torne hostil, e até mesmo agressiva, com seu marido ou com alguém ligada a ele. Muito cuidado para que esse comportamento não se torne frequente no seu relacionamento!

Desgaste

Geralmente, uma das consequências do ciúme é a ocorrência frequente de brigas corriqueiras. Esta frequência de brigas acaba promovendo muito desgaste na relação, principalmente para o parceiro que convive dia a dia com a pessoa ciumenta.

Este poderá sentir-se sufocado, preocupado em cuidar exageradamente de cada comportamento ou atitude que irá tomar, simplesmente para que não passem a ser justificativa para o outro sentir ciúmes. Porém, na verdade, nada disso resolverá, pois geralmente o problema não está nele, e sim, em quem sente o ciúme.

Isso tem acontecido com você? Este desgaste na relação, é uma das principais ameaças ao seu casamento. Causa sofrimento e pode transformar, de uma hora para outra, bons momentos em pesadelos.

Falta de comunicação

A falta de impor limite ao ciúme irá afetar,diretamente, a qualidade da comunicação entre você e seu marido. Coloque-se no lugar dele e reflita. A pessoa que convive com o ciumento nato desiste, com o tempo, de contar suas experiências do dia a dia, de falar sobre coisas simples, mas que poderão gerar uma discussão, já que o ciumento sempre encontra motivo para sentir ciúmes tanto do parceiro, quanto dos fatos que o envolvem.

Confira nossos artigos sobre comunicação:

O término da relação

Esta é a consequência mais triste que o ciúme pode causar no casamento. Dificilmente um casal consegue manter a relação saudável e estável por muito tempo, quando o ciúme rege a sua convivência.

Cuidado! Se você se vê uma pessoa muito ciumenta, que tal buscar ajuda sem demora?

Como controlar o ciúme?

Ao logo de todo o texto foram dados vários recursos para conscientizar você quanto a esse tema, ciúmes. Agora, como coach criacional de relacionamentos, eu desejo provocar ainda mais com perguntas que a farão pensar:

– Você se considera ciumenta? Que tal fazer uma autoanálise se é, ou não, uma esposa ciumenta? Caso seja, que tal assumir e trabalhar este ciúme?

– Seu parceiro é ciumento? Caso seja, que tal buscar ajuda para combater este ciúme que afeta a você e à sua relação?

– Observe a si mesma. Você consegue refletir sobre os motivos que levam você a sentir ciúmes do seu parceiro?

– Que tal falar sobre o assunto, sem medo de crítica ou julgamento?

– Faça uma análise dos seus antigos relacionamentos. O que experimentou ao conviver com o ciúme?

– Como foi a relação dos seus pais? Foi de ciúmes? O que você aprendeu com aquela relação?

– Você se compara com a “ex” dele? O que acha de ser autêntica, parar de se comparar a outras pessoas e sempre utilizar a sua melhor versão?

– Pense em você, internamente! Que valor você tem dado a si mesma?

– Que tal experimentar fazer coisas sozinha e também com outras pessoas? Mas, que neste momento,não seja o seu parceiro!

– Você tem o hábito de “emburrar”? Que tal praticar falar o que sente?

– Você se considera uma esposa controladora? Faça esta auto-observação!

– Você acredita que há possibilidade de cura para o seu ciúme, ou o dele?

– Você aceitaria fazer algum tipo de tratamento para cuidar do seu ciúme? Ou indicaria para ele?

Como lidar com parceiro ciumento?

Pensa comigo: para lidar com nossas emoções é preciso de equilíbrio. Sim ou não? Sim, é claro! E não será diferente com a emoção, do ciúme.

Como já mencionado anteriormente, o ciúme também tem o seu lado positivo. Se bem dosado, pode ser um eficiente instrumento de zelo, proteção, cuidado e sinalização. Quaisquer reações diferentes necessitarão de uma análise e de um cuidado “dobrado”.

Porém, cabe a você identificar e ter a consciência se está hoje convivendo com um parceiro ciumento: qual o grau do ciúme dele? E que tipos de ciúmes ele tem demonstrado?

Veja se identifica esses sinais em seu marido: medo de te perder, desconfiança quanto à sua fidelidade, ansiedade em controlar o seu futuro, não respeita as suas vontades, desejos, individualidades e escolhas? Frequentemente tem o comportamento de querer impedir você de ir aonde deseja,quer determinar aonde vai,quer indicar com quem você deve conviver,ou que roupa usar?

Cuidado! Estes são sinais evidentes de que você possa ter ao seu lado um marido extremamente ciumento. Confira agora umas ferramentas para te ajudar a construir meios de lidar com um parceiro ciumento:

Demonstre compreensão

Busque demonstrar a ele, de maneira clara e tranquila, a sua segurança em relação ao casamento e a todas as situações que o envolvem. Jamais minta para ele!

Diálogo aberto

Cabe a você, diante de uma crise de ciúmes dele, esperar o momento propicio para um diálogo. E, neste momento, a escolha de palavras para uma comunicação sem acusação ou argumentação é fundamental. Que tal sempre esperar pela calmaria para se ter um diálogo harmonioso e aberto?

Crítica ou julgamento

Com certeza é preciso evitar culpá-lo ou hostilizá-lo por sentir ciúmes, mas é preciso buscar uma solução. Por mais desafiador que seja, e vai ser, busque demonstrar carinho e compreensão no momento de crise. Tenha paciência! A paciência é uma virtude que se conquista com prática diária e contínua.

Alimente a autoconfiança dele

Seu marido pode ter erroneamente aprendido, em algum momento de sua vida regressa, que provocar uma cena de ciúmes pode ser uma prova de amor. Sim, isso é possível e pode, inclusive, acontecer de maneira inconsciente por parte dele.

Por isso, verifique se seus comportamentos não alimentam a insegurança dele. Lembre-se de fazê-lo sentir-se parte da sua vida, faça questão de sempre o incluir no seu dia, apresente-o aos seus amigos e familiares. Em alguns momentos específicos o incentive a sair com os amigos sem você, ou a praticar atividades que não a incluam.

Posicione-se

Se o ciúme dele atingiu o grau do intolerável e,por consequência, levou o relacionamento a um nível insustentável, repleto de desconfianças, ofensas e falta de respeito, ao ponto de “minguar”o amor, posicione-se! Procure por ajuda. Que casamento você deseja ter?

Conclusão: Existe um lado bom no ciúme?

Não vamos terminar esse artigo com o gosto ruim das consequências que o ciúme excessivo pode trazer, afinal eu sou defensora do casamento longo, saudável e prazeroso.

Como você deve ter identificado, o ciúme é uma emoção inerente ao ser humano, ou seja, ele faz parte da nossa vida. Ele pode ser saudável, quando está na esfera do cuidar, zelar, proteger e sinalizar.

Dessa maneira o ciúme pode ser um sentimento que não atrapalha, controla ou machuca a vida do outro e nem a de si próprio. Aqui o ciúme cuida e protege.

Reflexão sobre ciúmes

Eu verdadeiramente espero que, ao ler esse artigo, você não apenas possa identificar que tem um parceiro ciumento ou que se viu como uma esposa ciumenta. Não tenha receio de buscar ajuda. Está tudo bem em descobrir quem você é realmente, ou ter o parceiro que tem. Lembra-se da frase que adoro? “Não importa o que a vida fez de você, mas o que você faz com o que a vida fez de você” – Jean Paul Sartre.

Jamais deixe de trabalhar a sua autoestima, autoconfiança e seu controle emocional. Aposte sempre nos pensamentos positivos, no diálogo, no respeito, na cumplicidade, no amor. Pratique hábitos saudáveis, como atividade física e boa alimentação. Compreenda a importância de saber dizer sim e não, de acordo com a necessidade.

Fez sentido?

Eu não sei quanto a você, mas esse assunto de Traição para NÓS, MULHERES DE COMPROMISSO, que desejamos VIVER BEM um relacionamento, não pode ser deixado de lado. Afinal, pode ser que alguns de nós já tenha passado por isso, não é mesmo? Ou esteja percebendo sinais que está sendo traída.

Eu não desejo que você me diga que sempre foi uma esposa dedicada, fazia de tudo pelo relacionamento e achava que era recíproco, mas descobriu que ele a traiu, ou que você o traiu.

Evite que esta seja uma realidade no seu casamento, pois a traição, quando descoberta, é muito dolorosa para a parte traída e pode acreditar para a que traí também.

A traição que estou falando aqui é a de mão dupla, trair ou ser traída.

Neste texto, gostaria de relembrar a você que, quando casamos, o casal deveria fazer seus votos de compromisso e cumpri-los. O relacionamento futuro vai depender muito deste compromisso feito entre vocês.

Continue aqui comigo e, por favor, leia esse artigo até o final, pois eu tenho a mais absoluta certeza de que juntas vamos fazer seu casamento ter sempre movimento e entender o que é esse movimento. A ideia aqui é ajudá-la a não esperar pelos sinais de traição.

Fez sentido?

Então, vamos lá! Eu irei abordar sobre:

  • A importância do que foi prometido quanto à fidelidade
  • Viva o casamento que deseja ter e não a ilusão do que deveria ser
Traição

FIDELIDADE – A IMPORTÂNCIA DO QUE FOI PROMETIDO

Qual foi o compromisso feito no seu casamento, quanto à fidelidade? Escreva a sua resposta onde desejar, porém que seja junto com o seu marido.

Vocês conseguiram escrever? Ou não?

Seja lá qual foi a sua reposta, não se preocupe! Aqui você jamais terá julgamento ou críticas, mas sempre acolhimento.

Se vocês escreveram algo, PARABÉNS! Se não, eu fortemente indico que escrevam.

Você permite que eu diga aqui no que acredito?

Obrigada! Então vamos lá.

Alguns especialistas afirmam que a fidelidade continua sendo um aspecto relacionado à escolha, isto é, quem deseja ser fiel o é. E quem deseja não ser, vai continuar fazendo isso devido a sua vontade de satisfazer desejos.

Por isso insisto que você e seu parceiro tenham claro qual foi o compromisso que vocês fizeram juntos quanto a serem ou não fiéis. Sem enganação, mas com maturidade e compromisso. Daí vem o respeito mútuo, a partir do que foi prometido. Como diz o ditado popular, “O prometido é devido”.

A fidelidade é um valor que traz harmonia ao casamento. A infidelidade poder ser uma porta aberta para a entrada de muitos problemas, sendo dois deles a cobrança e a desconfiança.

Fidelidade x liberdade

Ao contrário do que geralmente se acha, a fidelidade traz a liberdade. O relacionamento fica leve, sem dúvidas e sem mentiras.

Use aquele compromisso feito com seu parceiro para viver uma vida sólida, e não troque isso por momentos breves, vagos e superficiais fora da vida conjugal. Sinceridade e diálogos frequentes e diretos, para dizer o que se espera do relacionamento, além de dividir medos ou preocupações é sinal de cumplicidade. Invista nisso! Lembre-se que para tudo que se faz existe um preço!

A fidelidade tem um valor importantíssimo, que você e seu marido firmaram juntos e, se não o fizeram, que o façam agora! Por muitas vezes, vocês terão que fazer renúncias a prazeres que a vida lhes oferece, para não se magoarem mutuamente e para manter o compromisso que fizeram aos seus respectivos parceiros. Afinal, vocês se amam!

Isto é questão de escolha! Pense bem. O que realmente você quer do seu casamento? Por qual razão ferir um ao outro? Vale mesmo a pena trair para satisfazer uma necessidade momentânea e pessoal?

Todas as pessoas são vulneráveis a tentações. Afinal, você e ele são humanos. Quando a tentação aparecer, que tal lembrar dos votos que fizeram juntos? Ou relembrar porque se sentiu atraído (a) pelo seu parceiro(a) no início do relacionamento? E se essas respostas forem difíceis, busque por ajuda, caso queira ter um casamento de compromisso e também queira VIVER BEM com quem você escolheu estar casada.

Fez sentido?

VIVA O CASAMENTO QUE DESEJA TER E NÃO A ILUSÃO DO QUE DEVERIA SER

Eu não sei quanto a você, mas eu sou causa e não consequência. Eu realmente vivo o casamento que escolhi ter e vivo intensamente os votos que fizemos juntos. Nesse caso, se for para trair, melhor separar. Eu sendo causa não estou aqui para esperar por sinais da traição para buscar ajuda, ou lamentar a minha relação. Eu quero mais é viver o casamento que desejo ter e não uma ilusão do que deveria ser.

Se já houve alguma falha, quanto a ter traído ou trair, não há aqui julgamento e nem crítica. Aprenda com o que foi vivido, perdoe-se e viva daqui para frente.

Penso comigo que quem trai pensa em si mesmo, pois se pensasse no ser humano que está ao seu lado, não trairia.

Você já leu o livro “Adultério”, escrito por Paulo Coelho? A personagem do livro, aos olhos da sociedade onde ela vivia, tinha uma vida mega perfeita: um casamento sólido e estável, um marido amoroso, filhos tranquilos e bem-comportados e um emprego como jornalista do qual não podia se queixar. Porém, ela se questionava sobre a rotina e a previsibilidade de sua vida naquele momento. E ela passou a sentir-se sufocada em ter que fingir estar feliz, quando, na verdade, o que sentia da vida era uma enorme apatia. E essa falta de “cor” começou a mudar quando ela reencontra um ex-namorado e acaba despertando a paixão que há muito tempo ela não sentia. E o que aconteceu? Ela traiu.

Você se identifica com essa situação na sua vida de casada? Uma apatia na relação. Nada de novo, mas o de sempre e previsível?

Então entenda que você é merecedora do que te acontece. Não é sobre culpa, mas merecimento. É doloroso saber disso, mas é verdade! Então seja a causa da sua vida e não a consequência dela. Ser causa é muito libertador, é ser o definidor do que irá acontecer. Pense comigo, se você é causa do que de ruim te acontece, então você pode também ser a causa do que de bom te acontece. Não é verdade?

Posicione-se quanto ao compromisso conjugal!

Preste atenção: Se neste exato momento da sua vida de casada, você se identificou com o que eu escrevi, minha amiga acorde e não espere pelos sinais da traição! Assuma o controle da sua vida e da sua relação com ele. Se há algo de errado com sua vida sexual ou emocional, você e ele devem dar um minuto do tempo de vocês para conversarem a respeito.

Tenha verdadeiramente o casamento que sempre quis ter. Está em suas mãos ter o que deseja e merece. Fala a verdade, do que vai valer viver de aparências? Verdadeiramente, você merece isso? Acredito que não.

Pode acreditar que se estão juntos há motivos para isso. Então, mantenha acessa essa conexão. Ao menor sinal de apatia, fale! Jamais, jamais deixe para depois! O depois pode ser tarde demais!

Sinceramente, você e ele, ao selarem um compromisso, não pediram muito quando se comprometeram a serem fieis. Busque honrar isso e busque isso dele também.

Conforme prometi, segue a minha REFLEXÃO: O mal deve ser cortado pela raiz. Veja a traição como uma escada, em cujo o topo está o ato sexual em si. Perceba que antes de chegar ao topo, existem vários degraus, de crescente gravidade. Os primeiros degraus começam com uma simples retribuição de olhar, uma troca de sorrisos, uma ocultação do casamento, etc.

O adultério começa com atos simples, muitas vezes restritos a simples pensamentos. Evite o desvio de pensamento! Cada degrau subido nessa escada, torna mais difícil o retorno à base sólida do casamento. Portanto, mantenha-se vigilante nos seus pensamentos e atos para manter o seu relacionamento em segurança.

E para fechar esse artigo, elaborei uma ferramenta de coaching para reforçar a cumplicidade e a alegria no seu casamento. Você vai precisar de caneta e papel:

  • Faça uma lista de 10 coisas divertidas que você dois gostam de fazer juntos ou que gostariam de fazer juntos;
  • Com essas 10 coisas divertidas crie 10 CUPONS
  • Agora mais do que nunca utilize a sua criatividade para usar da maneira que deseja esses cupons. Posso dizer uma coisa? Já estou curiosa para saber como resolve usar os cupons, por favor, depois me conte.

O objetivo aqui é que seu casamento não entre em uma rotina de apatia como a da personagem do livro ADULTÉRIO, citado acima.

Esse exercício ajudará a recuperar a energia com o seu parceiro, pois algumas vezes a rotina apática pode surgir e querer se instalar na vida conjugal.

É muito importante, eu diria imprescindível, que vocês dois façam juntos a lista das 10 coisas que vocês gostam, ou que gostariam de fazer juntos. Uma vez que os cupons estejam prontos, use pelo menos um por mês a maneira que desejar.

Essa REFLEXÃO parece tão simples, não é mesmo? Mas ela é! Porém, eu garanto que tem efeito muito rápido e positivo sobre o casal. Vocês irão, com toda certeza, retomar o prazer de fazer as coisas juntos e deixar para trás a rotina apática que possa estar sendo criado entre vocês. E por que não tentar?

Autoestima: Quantas vezes você já não se sentiu pequena por achar que seu parceiro não a reconhece como gostaria? Ou quantas vezes sentiu que ele a comparou com outra pessoa e isso machucou você, abalando a relação?

Muitas mulheres dizem: “Quero ser reconhecida e sentir ser amada”.

Baixa autoestima – você provocou?

Neste post gostaria que você se observasse com acolhimento e evitasse a crítica ou o julgamento. Essa baixa autoestima é sua ou foi gerada no seu relacionamento?

De qualquer maneira, essa situação emocional negativa vai afetar o seu casamento trazendo problemas. E pode ter certeza, o que irá ler aqui vai ajudar você a se compreender melhor.

Eu, verdadeiramente,defendo que homens e mulheres são diferentes e têm formas diferentes de demonstrar carinho e atenção.Muitas vezes nós não percebemos, nem compreendemos,que não devemos dar ao outro a responsabilidade de nos valorizar.

E sabe o que acontece nessa situação? É a baixa autoestima gerada pelo sentimento de acreditar que não é reconhecida.

Mas será que é ele que não a reconhece? Ou é você mesma que vem de um ciclo vicioso de acreditar que não é capaz ou que não é boa o suficiente? Que tal pensar sobre isso e começar a adotar certas ações para você mesma sentir que é boa no que é e no quefaz?

Eu bem sei do que estou falando, pois já sofri com a minha baixa autoestima e gerei problemas no meu casamento. Concentre-se e extraia o máximo do assunto que iremos tratar hoje:

baixa autoestima

6 problemas no casamento, gerados pela sua baixa autoestima:

  • Visão distorcida de si mesma;
  • Desequilíbrio emocional;
  • Silêncio mútuo;
  • Discussão e brigas por motivos pequenos;
  • Desânimo;
  • Ciúme

Então venha comigo!

Visão distorcida

Em um relacionamento saudável, uma das coisas mais importantes é o cuidado de si mesma.

O seu parceiro precisa ter admiração por você e vice-versa. E uma das admirações é você amar a si mesma. Se hoje você tem uma visão distorcida de si mesma e isso tem afetado o seu casamento, eu garanto a você que algumas pequenas posturas podem mudar esta situação.

Busque sempre lembrar em que você é boa e valorize-se por isso. Identifique o que de melhor você oferece no seu relacionamento. Muitas vezes, o que atrapalha não é um problema externo, mas sim uma crença limitante que você tem acerca de si mesma. Essa crença não deve ser transferida para o seu casamento.

Essa crença distorcida é quase sempre um pensamento negativo sobre suas características que, na verdade, precisam ser trabalhadas para que não causem problemas no seu casamento, são distorções cognitivas que tem causado respostas emocionais destrutivas e que afetam diretamente o seu relacionamento.

Se Valorize!

Convido você agora, a fazer um exercício simples: a auto-observação, sem julgamento ou crítica, mas de acolhimento a si mesma.

Veja se nessas suas distorções, nessa sua insatisfação consigo mesma, um dos fatores limitantes apontados é a generalização de características negativas, com o uso de falas como: “eu nunca sou valorizada”, ou “eu nunca me dou bem”, ou “eu nunca sou capaz de nada”, entre outras deste tipo, que também seguem um padrão de uma memória negativa, alinhadas apenas nas experiências negativas vivenciadas.

E pode acreditar que esse ciclo vicioso promove em você, e no seu relacionamento, a dificuldade para avaliar a vida de maneira mais leve, dificultando-a a ver quem realmente você é. Acredite, você é muito maior do que imagina e ele te ama assim, como você é!

Interprete a frase bíblica: “amar ao próximo como a ti mesmo”. Portanto, quem você deve amar primeiro?

Desequilíbrio Emocional

Dos problemas gerados no seu casamento pela sua baixa autoestima, o desequilíbrio emocional é um dos que mais me preocupa.

Essa condição é caracterizada pelas alterações de humor e facilidade em sair do equilíbrio diante de acontecimentos negativos e dos imprevistos. Tenha certeza que a baixa autoestima pode causar sérios desequilíbrios no seu relacionamento.

Preste muita atenção em si mesma. Você hoje está se sentindo mais sensível? Cuidado, pois você pode estar mais suscetível ao desequilíbrio emocional!

Nesse momento, isso não está acontecendo apenas com você, mas com muitas outras pessoas que, inclusive, aparentam estar fortes e poderosas.

Controle suas emoções!

Você é humana, e nós, seres humanos, somos movidos por emoções. Estas emoções estão presentes em todas as situações da nossa vida.

Assim, em momentos de baixa autoestima, elas tendem a ficar em desarmonia, podendo fazer com que você se comporte de maneira inadequada, com prejuízos em seu relacionamento.

O desequilíbrio emocional pode causar vários problemas no seu casamento, como irritabilidade, descontrole, agressividade, falta de libido, estresse e, até mesmo, depressão! Pense qual seria o efeito deletério de tudo isso no seu casamento …

Silêncio Mútuo

Pare tudo! Respire fundo! Pense: o que é a falta de diálogo entre o casal? Eu chamo essa situação de “efeito de ereção de beiço”, ninguém fala com ninguém.

Será que a sua baixa autoestima tem feito você calar-se? Ele também tem se calado diante desta situação?

Um casamento não se sustenta por muito tempo com o silêncio mútuo!

Pode ter certeza que, em algum momento da sua infância, você aprendeu com quem a criou a comportar-se dessa maneira. Calar! O famoso ato de “emburrar”, quando sentia-se desvalorizada, ou comparada, ou não amada etc.

Mas está tudo bem se foi assim… pois o que importa é sempre daqui para frente!

Mude sua vida

Pois é, agora você pode fazer mudanças no seu comportamento! Calar-se diante do outro, por sentir-se pequena não é a melhor forma de resolver a sua baixa autoestima, certo?

A falta de diálogo é o principal problema de casais hoje em dia.

Quando não estamos bem conosco, temos dificuldade em ver os dois lados da situação. Tendemos a considerar apenas a nossa dor, ou seja, valorizamos a falta que sentimos, e a incapacidade do outro em corresponder aquilo que esperamos.

A baixa autoestima é sua e não dele. Lembre se disso! E se ele está com você, pode acreditar, ele realmente te ama.

Mudança de comportamento

Portanto, convido você a se auto observar novamente. O silêncio mútuo, proveniente da sua baixa autoestima, com certeza irá trazer problemas no seu casamento, como brigas, falta de respeito e contribuirá significativamente para que o relacionamento vá definhando.

É um ciclo vicioso, pois o silêncio mútuo, por sua vez, piora ainda mais a autoestima: o ato de escutar sem dizer nada, abre precedentes e pode indicar descaso, tédio, ou indiferença. Sentiu o perigo que surge no seu relacionamento?

Lembre-se que a partir do momento que você está se relacionando com outra pessoa, você está se envolvendo com uma pessoa diferente de você. Digo novamente, e para provocar você, abaixa autoestima é sua e não dele.

“Bora” conversar?

Discussão e brigas por motivos pequenos

Eu confesso que discussões por motivos pequenos foi uma prática minha no meu casamento, também por causa da minha baixa autoestima.

Se você também se identificou com esse tópico, deve estar se perguntando: “Ethel, o que você ganhou com isso? ” Pode ter certeza que se fosse nada, eu estaria no lucro. Porém ganhei brigas e desgaste no relacionamento.

Insegurança? Pense!

Nem sempre paramos para pensar que constantes brigas no casamento podem vir da nossa baixa autoestima.

Pensamos sempre que vem de outras questões, como celular, ciúme, dinheiro, educação dos filhos, evitar discutir a relação, frequência do sexo, intromissão da família, tarefas domésticas, trabalho, dentre outros.

A sua forma de agir, por causa da sua baixa autoestima, pode ser um gatilho para suas brigas por coisas pequenas. Observe como você tem se expressado quando sente-se não amada.

A sua baixa autoestima pode estar criando mais ações negativas oriundas do seu ego afetado do que realmente o que você tem de bom e não está exteriorizando e, assim, você se torna mais reativa e vai para o embate por qualquer coisa, pois sente estar sendo julgada ou comparada. Será que é isso mesmo? Compartilhei aqui o que foi real comigo.

Desgosto consigo mesma

Pode parecer um clichê, e que seja, mas lhe digo: o amor próprio é o primeiro passo para melhorar essa sua baixa autoestima. Lembre-se em que você é boa, do que já deu certo na sua vida, inclusive no seu casamento.

Construir um casamento onde se pode minimizar os problemas faz parte de um processo interno seu. Compreenda, é preciso que você esteja bem resolvida com a mulher que é, e se ame, por inteiro! Isso não quer dizer que você seja perfeita para estar bem consigo mesma, até porque, na realidade, perfeição não existe. Somos humanas, não é mesmo?

Amor próprio

Ame-se como é! Você tem potencial de mudar quando quiser. Ame-se por inteira, com as qualidades e tudo o que tem a melhorar, pois é isso que faz de você essa mulher única.

Cuide da sua baixa autoestima, pois o seu relacionamento já é uma maravilhosa conquista sua.

Desânimo

Com certeza a sua baixa autoestima pode estar trazendo para o seu casamento o problema do desânimo. Observe!

Tanto você, quanto o seu marido, desejam ter ao lado um parceiro para acompanhar, para dividir as decisões e dialogar sobre diversos aspectos da vida a dois.

Você acredita que terá ânimo quando pensa que “eu nunca sou valorizada ou amada”? Sua postura pode te dar a resposta.

Decepção com a relação

Se a mulher depende, o tempo inteiro, da afirmação do seu parceiro,que ela é “incrível”, e isso acaba desgastando a relação.

Não é dessa maneira que você se sentirá amada, respeitada e valorizada. Ele não conseguirá dar a você a atenção que deseja todo dia, em todos os momentos.

Autoconfiança!

Minha amiga! Pare de palhaçada!

Olhe-se no espelho é veja a mulher incrível que é! O seu desânimo, que talvez possa estar sendo causado pela sua baixa autoestima, não tem nada a ver com amor entre vocês. Sabe de uma coisa?

Ele te ama, mas ninguém consegue se doar por completo ao outro a ponto de fazer essa pessoa amar a si própria. Nem você, e muito menos ele!

Ciúmes

Basta olhar para si mesma e ver que a sua baixa autoestima pode fazer com que geralmente enxergue as outras pessoas, ou as outras mulheres, como sendo pessoas muito melhores, mais bonitas, mais inteligentes do que você, o que não procede!

Cada um é diferente e tem o seu jeito próprio de ser! Essa visão distorcida pode acabar lhe causando ciúmes do seu parceiro e fazendo com que comece a questionar, ou desconfiar do dele sem motivo algum.

Leia também: Ciúmes: que emoção é essa que, às vezes, nos impede de ver o amor incondicional?

Autoconfiança – Você é a escolhida!

Lembre-se de que você foi a escolha dele! Foi com você que ele decidiu constituir uma família e optou por passar uma vida juntos! Então procure se trabalhar e começar a se valorizar e a valorizar o que você tem!

O tema “ciúme” é tão extenso, que será tema de um artigo posterior, que será construído com muita dedicação, especialmente para você.

Fez sentido para você?

Ao ler este post você ficou interessada em saber mais dicas que podem ser aplicadas no seu dia a dia para aumentar a autoestima, melhorar a relação com o seu parceiro, além de te ajudar eliminar os problemas provocados no seu casamento por causa desta sua baixa autoestima?

Então, não deixe de participar da minha lista exclusiva de MULHERES DE COMPROMISSO que querem VIVER BEM:

Para se inscrever nesta LISTA basta preencher o formulário abaixo e fazer parte deste meu extraordinário mundo de acreditar e defender verdadeiramente o matrimônio.

Muito se fala que em uma relação saudável com seu parceiro de vida devemos cuidar dos pequenos detalhes. Porém, é preciso entender quais são esses detalhes e o efeito deles no relacionamento!

É você quem precisa descobrir quais são esses detalhes que podem fazer seu relacionamento ser um sucesso ou um fracasso e é por isso que eu estou aqui, para te ajudar a observar seu comportamento, sem julgamento ou crítica, e entender sobre esses detalhes que podem surpreender o seu parceiro.

E pode ter certeza que o que irá ler aqui é tão importante que, certamente, irá transformar sua vida, seu relacionamento e, claro, sua forma de conviver com seu parceiro. Quer fazer parte das MULHERES DE COMPROMISSO que VIVEM BEM? Então, assista o vídeo abaixo e confira o que estou falando.

Muitas mulheres,e até homens, que convivem comigo dizem: “Nossa, Ethel, eu admiro a forma como você e seu marido se olham e se comportam. Há tanta admiração no olhar de vocês! Dá para sentir a energia! Como eu faço para ter um casamento assim? ”

A verdade é que nem sempre foi assim…. Quem me conhece intimamente sabe um pouco da minha história, mas, se você é minha seguidora ou nova por aqui, eu vou te contar rapidamente como era o meu casamento de alguns anos atrás.

Eu sempre fui de cuidar do meu casamento à minha maneira. Porém houve uma época no meu relacionamento em que eu não me sentia feliz. Eu acreditava que cuidava dos detalhes, criava momentos diferentes, mas tinha expectativas de receber o mesmo dele.

Eu me sentia frustrada, cansada,e passei a acreditar que tinha que deixar essas frustrações para lá. Afinal, além do casamento e profissão eu tinha dois filhos pequenos, aos quais eu poderia me dedicar mais do que ao relacionamento que aparentemente parecia não dar retorno.

E um dia, quando eu discutia com ele (pois ele nunca discutia comigo, já que ele buscava, e busca, sempre pelo diálogo) ele me disse: “Eu sou seu marido, e não quem deve realizar seus sonhos”. Foi quando algo mudou dentro de mim. Foi um processo, mas foi incrivelmente transformador.

Eu passei a ser uma mulher que realiza seus próprios sonhos, que passou a compreende os detalhes, que faz sem esperar de volta, que observa como pode agradar a pessoa que ama com pequenos detalhes e pronta para o diálogo aberto com seu marido!

Compreendi a importância dos detalhes que eu antes ignorava totalmente. Dessa forma a minha relação conjugal começou a mudar e a melhorar! Eu comecei a valorizar o que ele podia oferecer, além de compreender que aquilo era diferente do que eu oferecia.

Pequenos detalhes como calibrar o pneu do meu carro; comprar a fruta que mais gosto; trazer, das suas viagens de avião a trabalho, a meia de lã oferecida no vôo ou aquela pequena embalagem de manteiga servida no café da manhã, só porque trazia um desenho bonito na tampa; além de comprar potinhos de plástico para acondicionar o meu creme de corpo pós-banho de modo a reduzir o peso da minha bolsa de ginástica passaram a ter mais valor.

Observá-lo sem julgamento e sem expectativa permitiu também realizar certos pequenos detalhes para agradá-lo: ter, na sala de estar em nossa casa, uma estante para a coleção de copinhos de cachaça com o nome das cidades visitadas por ele; jamais andar lado a lado sem estarmos de mãos dadas; dar a “bicota” de oi quando nos encontramos; deixar para ele a exclusividade de algumas gavetas da estante para os “papeis”; e parar de implicar com aqueles papeis que ele acumula.

No curso que eu estou desenvolvendo com toda a minha equipe eu quero falar diretamente com você que ainda não percebeu a importância dos DETALHES. Falar com você que acha que seu relacionamento esfriou e que não há nada que possa ser feito, que acha que tudo o que faz à sua maneira tem que ser retribuído como você pensa e quer.

No entanto, deve-se ter muito cuidado! Ao deixar de observar seu parceiro uma das seguintes consequências poderá acontecer: você deixará de conhecer os detalhes que poderão construir sua relação, ou você poderá praticar pequenos detalhes que na verdade irão destruir o seu relacionamento, como criticar hábitos que ele gosta, deixar de agradá-lo, dentre outros.

Observe-se também e compreenda o que de você o irrita e o que dele a irrita. Perceba a sutilidade de entender esses pequenos detalhes que irão fazer muita diferença na sua vida.

Identificou esses detalhes nocivos? Então compartilhe comigo, pois desejo muito ajudar você! Venha AGORA fazer parte deste mundo de VIVER BEM, com MULHERES DE COMPROMISSO. Faça sua inscrição gratuita! Fez sentido?

Relacionamento Desgastado: Sabe quando o seu relacionamento está tranquilo, “legalzinho”, sem grandes problemas, parece que está tudo bem, mas começa a esfriar a intimidade?

relacionamento desgastado

Veja alguns exemplos disso: quando ele esquiva de dar um beijo mais “caliente” e, sem explicação, diz que você precisa parar com esse comportamento insinuante, pois não condiz com mulher casada; ou ele também começa a dar muitas razões para evitar momentos de carinho e intimidade com você; ou ele sente incomodado com suas investidas inesperadas de sensualização; ou se os beijos estão sendo trocados por frequentes “bicotas”.

Tudo isso pode ser sinal de que seu relacionamento íntimo com seu marido está virando amizade.

Vamos juntas parar de palhaçada e conferir o que preparei para você neste post?

Nem sempre percebemos de imediato essa mudança de estado íntimo de casal para amizade, pois a relação não está ruim.

Algumas mulheres nem percebem isso, pois a relação tem respeito, parceria e companheirismo.

Você se identificou que a sua relação amorosa está virando amizade? Estão este POST é para você:

  • Respeito e Parceria
  • Intimidade e Sexualidade

RESPEITO E PARCERIA

Ser parceira e ter respeito com a sua relação amorosa é também ter coragem de ser quem você é.

E para ser você em um relacionamento saudável é preciso ouvir, dialogar e mostrar-se quem é, e deixar que o outro também revele quem ele é. É preciso adaptar-se às suas diferenças sem perder a individualidade.

Gere sempre uma comunicação aberta, honesta e sincera com o seu parceiro. Evite deixar para depois.

Lembre-se: cabeça de mulher é diferente de cabeça de homem!

Você hoje vive um relacionamento de parceria? Você compreende o “NÓS” nesta parceria amorosa de respeito cada uma das partes aprende a ceder algumas de suas vontades para construir algo maior entre elas.

Observe e entenda a pessoa que está ao seu lado, isso é respeito. Quem é o seu marido? Vocês dois entendem o que cada um espera do outro? Ao observá-lo aprenda a dividir a vida com ele, ao ponto de um conseguir entender o outro. É um desafio!

O casamento é uma forma de dizer: “EU TE AMO exatamente assim, como você é”. Porém, esse amor pede atenção, pede tempo para conhecer e compreender um ao outro. E, principalmente, entender que é uma parceria estabelecida entre duas pessoas diferentes, mas que se respeitam e querem estar juntos mesmo assim, sendo um “casal”, e não simplesmente “amigos”.

O casamento é uma escolha assumida entre ambos, de convivência diária. É preciso buscar o equilíbrio, dar uma parte do seu tempo para o seu parceiro, com respeito, parceria e compreensão. Sem exceções de isto ocorrer apenas em situações favoráveis.

Um exemplo meu, que acredito mantém nosso casamento vivo, é que nós dois decidimos entender um ao outro sem medo e sem restrições, sendo casal e não amiguinhos.

Cuidado para essa parceria não virar amizade. Aprendam a ser um casal! Ouçam um ao outro e aprendam a ceder quando for necessário, desde que seja mantido o respeito.

Nem sempre temos razão. Isto é fato! Então por qual motivo devemos passar por cima do parceiro e exigir dele sem oferecer algo em troca?

Muitos casamentos entram em crise, não porque o amor acabou, ou porque há incompatibilidade de gênios, mas sim pelo fato de transformar o respeito e a parceria em uma relação de amigos, perdendo assim a intimidade de um casal.

Fez sentido?

INTIMIDADE E SEXUALIDADE

Adooooooooro falar sobre isso. Sabe por qual razão?

Pois a minha necessidade de proximidade é importante e é natural na vida de qualquer ser humano. A intimidade é a forma mais simples de dar e receber amor e afeto. Fala a verdade!

A intimidade envolve toque carinhoso, segurança, empatia e conforto. Como está a sua intimidade com o seu parceiro de vida?

Lembre-se que seu marido não é o seu amigo, ele é seu parceiro de vida, um marido. E a intimidade que temos com um amigo é diferente da que temos com nosso parceiro.

A definição de intimidade é complexa e pode estar ou não ligada a sentimentos sexuais. Em muitos relacionamentos a intimidade tem mais a ver com momentos divididos pelos indivíduos do que com interações sexuais.

De qualquer forma, a intimidade está ligada a sentimentos de afeto entre os parceiros em um relacionamento.

Parece que intimidade e relacionamentos saudáveis andam de mãos dadas. Certamente a intimidade é um ingrediente básico em qualquer relacionamento com algum significado, lembrando que a amizade é um dos pilares do amor.

Muito estudos revelam que as principais formas de intimidade são a intimidade emocional e a intimidade física. Fez sentido? E agora, fale-me, como está a sua sexualidade com o seu parceiro de vida?

Já a sexualidade humana, nos dicionários, representa o conjunto de comportamentos que concernem à satisfação da necessidade e do desejo sexual. É o sentimento de desejo sexual, que pode ser expresso por meio do ato sexual.

Tal como a intimidade, a sexualidade é uma expressão natural das necessidades humanas. No entanto, para muitas pessoas, a sexualidade vai além do estreito conceito de relações sexuais e está ligada a muitas expressões mais amplas de intimidade, tais como proximidade física, beijar, dizer EU TE AMO, e abraçar.

O ato sexual é inerente à condição humana, sendo um elemento constitutivo, que, além de trazer o prazer, a alegria e o desejo de viver, diferencia a nossa espécie das outras espécies, que usam o ato sexual somente para reprodução.

Sem deixar de lado o aspecto biológico, que determina os papeis do homem e da mulher, a sexualidade tem início quando nascemos e vai se construindo durante a trajetória de nossas vidas por intermédio dos relacionamentos familiares, sociais e educacionais. Por isso ela é tão subjetiva.

E eu não acredito que você mantenha uma sexualidade com seu amigo, mas sim com seu marido.

Fez sentido?

Assista ao meu vídeo sobre o relacionamento desgastado:

Sinais de que nasci para casar: é importante reconhece-los antes de se casar ou decidir em continuar casada. Continue lendo e identifique.

Quando nos perguntamos “por que casar?” ou “por que casei?”, geralmente o meio que fomos criados ou a herança que recebemos do que seja o casamento pode influenciar na nossa resposta.

No entanto, embora muito frequente, há muitos casais que nem sabem dizer exatamente qual foi a razão de terem dito SIM. De fato, a razão clara porque nos casamos nem sempre conseguimos explicar. Não tem certo ou errado!

Neste artigo eu gostaria de compartilhar o que hoje está claro para mim sobre as razões pelas quais aceitei me casar, e que ainda me fazem continuar casada:

  • Qual o significado do casamento?
  • Quais foram nossos votos?
  • O que foi prometido?
  • E o que não foi prometido?

Qual o significado do casamento?

Com quem você se casar você terá um relacionamento íntimo e passarão, então, a formarem um casal e estarem juntos. Você deixará de ser “EU” para ser “nós”! E por qual razão você deseja casar-se ou está casado?

Eu me casei há 24 anos e hoje me pergunto se naquela época em que disse sim, se eu realmente sabia o significado do casamento.

A existência do casamento é tão longa, independente de cultura ou religião. O casamento é uma escolha e essa escolha não é para todos.

O significado do casamento, no meu olhar,é que ao casar-me passei a apoiar e estar junta com outra pessoa diferente de mim. Criamos uma outra unidade: o “NÓS”.

Se eu pensei dessa forma, quando disse o SIM, há 24 anos? Não, eu não pensava assim. Mas o meu sim, naquela época, veio porque eu o admirava muito. O meu sim veio porque ao lado dele eu me sentia segura, forte e livre. Assim, ao lado dele experimentei o amor incondicional.

Não há para mim um conceito fixo a esse respeito, mas sim uma transformação respeitosa de duas pessoas que se admiram e desejam estar juntas, constituindo uma família. No nosso caso uma família com planos de ter filhos.

Quando eu disse “sim” eu passei a ser NÓS, eu e ele. Juntos  selamos o que realmente poderíamos nos comprometer um com o outro. Porém, nenhum de nós deixamos de ter a nossa individualidade.

A nossa liberdade dentro do casamento foi uma conquista vinda da confiança. Confiar, confiar, confiar. Essas são as “três” dicas para um casamento de comprometimento, liberdade e respeito.

Após o “sim”, o significado do casamento foi ter feito  o nosso primeiro acordo e compromisso! Agora somos NÓS daqui para frente.

casar

Quais foram nossos votos?

Para você que vai se casar ou para você que já está casado: Quais foram os VOTOS que vocês fizeram um ao outro?

Pense bem! Ao meu ver, e nada contra  quem pensa diferente,  acredito que ninguém deveria dar a vocês os VOTOS que deveriam ser seus, tipo: “Eu (nome do noivo ou da noiva) recebo você, (nome do noivo ou da noiva), como minha legítima esposa (ou meu legítimo marido); prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te…”.

Pois é, votos desse tipo deveriam ser criados e proferidos pelo casal, na intimidade e com convicção e respeito. Nunca me senti confortável ao ver casais repetindo votos que não foram eles que fizeram, mas, como disse antes, nada contra quem acredita e aceita essa forma de atestar o compromisso, desde que seja feito de coração e consciente das palavras que repete Eu super respeito! Tanto que, no nosso caso, também foi assim.

Ao dizer “sim” frente ao meu marido, e ouvir o seu “sim”, o nosso acordo foi nos comprometermos a nos respeitar, nos apoiar, termos filhos, criá-los com harmonia e termos um lar acolhedor. Esse acordo já havia sido feito entre nós, por nós dois, antes mesmo do casamento,  durante o nosso noivado. Por isso decidimos nos casar.

Nos comprometemos, de propósito mútuo, a olhar na mesma direção sem perder a nossas diferenças, já que não queríamos  ser iguais, mas complementares.

Desejamos sempre que em nossa vida de casados possamos superar as crises que irão sempre surgir, com amor, respeito, liberdade e harmonia.

E como vamos superar as crises e seguir a vida casados? Encontrar essas respostas  também é um dos nossos propósitos de vida juntos.

E o que não foi prometido?

Não foi nosso acordo manter afirmativas do tipo “EU gosto” ou “EU quero”!Mantemos o “Nós” em primeiro plano, mas sem perdermos certa individualidade.

Nós não nos comprometemos, por exemplo, a assistir juntinhos o jogo do cruzeiro ou ele assistir o do Atlético comigo, comendo pipoca.

Nós não nos comprometemos a fazer tudo juntos, mas nos comprometemos a estar em comunhão que não se separa.

Nós não nos comprometemos a exigir um do outro a dependência mútua. Achamos ser importante a realização de sonhos pessoais, profissionais e financeiros que, com certeza, trarão benefícios ao casal.

Nós não nos comprometemos a terceirização de emoções.

Nós não nos comprometemos a relação tóxica, desrespeitosa ou de humilhação.

Nós não nos comprometemos a mudar um ao outro. Mantemos e respeitamos nossas diferenças.

E você? Por que vai se casar?

E você? Por que está casado?

Fez sentido para você?

Eu me casei pensando num relacionamento duradouro. Eu desejo ficar junto dele e manter o nosso desejo e a nossa sexualidade.

O meu casamento foi uma escolha de união entre duas pessoas diferentes. Evito diminuir essas nossas diferenças, pois isso diminui o nosso desejo.Se ficarmos iguais, um não irá suprir a falta que há no outro.Teríamos as mesmas angustias, medos e desejos.

É preciso que nossa comunhão não deva ser a união de duas pessoas iguais, de mesmo objetivo, temperamento ou olhar para o mesmo lugar de modo inteiro. Sou Ethel e ele é Luiz.

A diferença é a marca do nosso desejo! Respeitar essa diferença mantém o nosso casamento vivo e aceso.

Preste atenção! O desejo acaba com o previsível, o igual,o conhecido. O novo que é diferente. Mesmo que o novo seja com quem você vive há muito tempo. Daí a existência de casamentos duradouros …

Hoje as pessoas tendem a fugir de casamento. Elas saem para as baladas a procura de alguém. Elas se encontram, se curtem e, após um tempo, se afastam.

Será que elas percebem o quanto elas são falhas em agredir  a individualidade do outro? E por isso desistem? Isso não é um verdade-verdadeira. Você pode escolher a comunhão entre duas pessoas. 

Eu, Ethel Peternelli, acredito em casamento duradouro. E isso vem acontecendo quando eu mantenho as diferenças, respeitando-as!

Toda tentativa de igualar uma relação vai matar o desejo. A morte do desejo é a sentença de morte da vida de casado e será o início da manifestação da indiferença. A indiferença gradual resultará no fim do casamento.