Pular para o conteúdo

Meu papel não é um personagem. E o seu? Qual é?

Você tem sido o que disseram para você ser ou que você deseja ser? Você é um personagem? Ou é o seu papel?

Eu percebo muitas pessoas vivendo de meios amores, meias amizades, meias verdades, meias realizações.

E esse “meio” jeito de viver cria uma frustração enorme entre as pessoas. Não é verdade? Eu sei bem o que é isso, pois já vivi “meios” momentos pessoais, profissionais e “meios” relacionamentos. Mas um dia eu disse a mim mesma: CHEGA! Ou é ou não é.

Venho percebendo ainda que o nosso maior desafio, a nossa maior missão é, na verdade, ter a coragem de sermos quem somos. Ser qualquer coisa diferente do que somos é uma tarefa sacrificante, penosa e injusta. Afinal, somos únicos e essa diferença nos faz especiais. Somos seres em transformação e que temos todas as possibilidades de conquistas pela frente. O que foi uma experiência ruim, foi, não é mais. Todos os dias é um novo dia, uma nova oportunidade.

Não há nada mais frustrante na nossa vida que desejar algo e isso não ser realizado. E por qual razão isso acontece? Sabemos e não fazemos!

Neste post de hoje eu desejo compartilhar com você:

Quais são as suas vontades?

Você sabe dizer a si mesmo onde deseja chegar? Isso é claro para você?

Quais são as suas realizações pessoais? Você tem feito aquilo que faz sentido para você? Para saber se sim ou não pare um pouco e observe-se. Você tem sentido paz interior e gratidão? Não importa se anda realizando muitas coisas, mas você se sente leve e uma sensação sempre agradável de estar vivo?

E quais tem sido as suas realizações profissionais? Qual o tipo de atividade profissional que você exerce hoje? Ela lhe traz satisfação? Ânimo? Não importa o dia, a hora, você está sempre disponível? Você se sente entusiasmado para dizer o que faz? Você diz “não” sem culpa?

E quais são as suas realizações financeiras? Você tem alcançado as suas conquistas materiais? Seu carro, sua casa própria, plano de saúde, viagens, etc.?

Hoje, você tem vontade de fazer, ser e ter o quê? O melhor emprego, ou salário? Mudar de emprego? Trocar de carreira? Casa e carro próprio? O peso “ideal” para sentir feliz consigo mesmo? Comer sem culpa?

E o que tem lhe impedido de conquistar as suas vontades?

De onde vem a culpa?

O sentimento de culpa nos pertence, ele é uma emoção do ser humano. E como sempre tem um efeito positivo e negativo, a culpa pode nos ajudar a identificar algo que não está correto, ajudar a seguir em frente, ajudar a refazer nossa jornada, quando nos desviamos em atender nossos valores. Ajuda-nos, ainda, a ter clareza diante das nossas dúvidas entre o instinto e a intuição. Coloca-nos no caminho do que é bom, belo e verdadeiro, para que nos tornemos cada vez mais verdadeiros com nós mesmos e com o outro.

Enfim, convido-lhe a não esperar das pessoas o reconhecimento ou a fama. Entenda que muitas vezes, você tem dado aos outros a responsabilidade de atender os seus valores e isso é dar a eles uma carga de responsabilidade muito grande, e que, na verdade, é totalmente sua.

A culpa pode lhe ensinar com seus erros, mas isso não é uma sentença permanente dele. Consciente disso, agora é fazer diferente e se precisar de ajuda, busque!

Conquiste o que deseja

Tem tanta coisa que desejamos conquistar, não é verdade? Liberdade, autonomia, equilíbrio, paz, etc.

E ficamos vivendo “meios” momentos e passamos a ter “meias” realizações. Passamos a ter apenas as vontades sem realizá-las.

São tantas as nossas obrigações no nosso dia a dia e tantas cobranças externas e internas de que devemos ser perfeitos que tudo isso tem levado a nossa vida ficar sem graça.

Uma falta de TESÃO completa. Vivemos politicamente corretos, agimos como diz nas receitas e da opinião dos experts.

Que tal você experimentar fazer do seu jeito? E por qual razão não fazer “errado” algumas vezes? Deixar um pouco de lado as regras e fazer diferente do quem vem fazendo? Por que não buscar ser você e amar-se como você é, com possibilidades de melhorar sempre.

CONFIRA o vídeo de hoje para você buscar ser mais que “meio” você. Troque ideias comigo de como foi a sua experiência de escolher ser inteiro e não meio.

Pode acreditar que ser você e assumir quem é a coisa mais incrível desta vida.

Fez sentido para você? Eu fico feliz!

Tenha um dia de luz!

Ethel Peternelli